A figura do diabo é construída de forma ambígua na narrativa de Riobaldo. O Cujo se manifesta de diversas formas; se confunde até mesmo com Deus. Rosa brinca com a língua, pois afinal, um nome só para o Tal seria pouco:"O Arrenegado, o Cão, o Cramulhão, o Indivíduo, o Galhardo, o Pé-de-Pato, o Sujo, o Homem, o Tisnado, o Côxo, o Temba, o Azarape, o Coisa-Ruim, o Mafarro, o Pé-Preto, o Canho, o Duba-Dubá, o Rapaz, o Tristonho, o Não-sei-que-diga, O-que-nunca-se-ri, o Sem Gracejos... Pois, não existe!"
("Grande Sertão: Veredas")
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